domingo, 25 de outubro de 2020

AULA 07-10-20 PROJETO VIDA 1ºANO A e C

PROJETO VIDA - 1º ANO A e C

 AULA: 07-10-20

TEMA AULA:  Do sonho à realidade: a arte do planejamento.


Competências socioemocionais : Organização e Assertividade.

                                                           Páginas: 143,144 e 145.


Mensagem inicial
“Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida que o mais importante é o decidir.”
Cora Coralina ( 1889 –1958)


🔎Organização


A organização vai desde o cuidado com os pertences pessoais e da escola até o planejamento de horários, atividades e objetivos de longo prazo.




1ª Reflexão


Quais são as características de uma pessoa organizada? 

2ª Reflexão


Como a organização pode nos ajudar na realização das nossas atividades diárias?




Organizar é planejar
Tudo seria maravilhoso se bastasse você imaginar ou sonhar e as coisas acontecessem, ou que tudo saísse do jeito que você planejou, não é mesmo? A vida assim seria muito mais fácil! Mas talvez perderia um pouco de graça, pois o inesperado pode trazer alegrias para a vida também. 

Planejar é importante não apenas para você ter o controle sobre aquilo que busca alcançar. O planejamento também faz com que você possa encarar da melhor forma algo que não deu certo ou que não dependa apenas de você para que se realize. Portanto, planejar é importante para que você saiba o melhor a fazer quando algo surge inesperadamente.




Vídeo – 5 Dicas de organização


Projeto de Vida
O planejamento também é uma espécie de bússola que traz ensinamentos sobre os seus erros e sobre quais lições você aprendeu com eles. Quem, por exemplo, nunca teve decepções por algo que não deu certo? O diferencial está em extrair ensinamentos sobre isso e aplicá-los na sua própria rotina.


Planejar é preciso! 

Link da atividade abaixo👇









sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Trabalho Conto - 6º A/B/C e 7 ano C - Português - Profa Maísa


Gênero Textual Conto 

Currículo BNCC

  6º e 7ºanos

Habilidade:EF67LP30

Criar narrativas ficcionais (contos, narrativas de enigma, crônicas, entre outros) que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, observando os elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre diferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto.

Habilidade EF67LP27

Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (como cinema, teatro, música, artes visuais e midiáticas), referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos


O conto é um gênero textual caracterizado por ser uma narrativa literária curta. Possui elementos bem marcados, sendo que o tipo de história pode indicar o tipo de conto que estamos lendo.

Elementos do conto

Para que uma narrativa seja considerada um conto, alguns elementos são muito importantes: personagens, narrador, tempo, espaço, enredo e conflito.

Personagens

As narrativas (reais ou fictícias) precisam ter um ou mais seres vivenciando sua história. Esses seres podem ser pessoas ou, até mesmo, animais, objetos e seres imaginários que ganham vida e consciência para viver aquela história — são as personagens da narrativa.

Narrador

É a voz que conta a história dentro da narrativa. O narrador pode contar a história de três maneiras:

Narrador-personagem: quando uma das personagens que vivencia a história faz, também, o papel de narrador, ou seja, uma das personagens narra a história. Por isso, muitas vezes, os verbos são conjugados em primeira pessoa, mas podem também ser conjugados em terceira quando o narrador-personagem conta o que acontece com os outros personagens.

Narrador-observador: esse tipo de narrador não participa da história. Ao invés disso, ele é apenas uma “voz” contando o que acontece, narrando a história. Entretanto, assim como o leitor, esse narrador não sabe o que se passa na consciência das personagens, não sabe o que aconteceu no passado (anterior à narrativa) nem o que acontecerá no futuro.

Narrador-onisciente: assim como o observador, ele não participa da história. Entretanto, essa “voz” é onisciente, ou seja, sabe de tudo no universo daquela narrativa: ela sabe (e pode contar) o que as personagens estão pensando e sentindo. Também conhece (e pode contar) o passado anterior à narrativa e o futuro.

Tempo

As narrativas passam-se em um período determinado: trata-se do tempo de duração entre o início e o final da narrativa e da época em que a narrativa ocorre. É mais comum que as histórias dos contos aconteçam em pouco tempo (podendo ser minutos ou até alguns dias), mas é possível que elas se passem durante muitos anos (em qualquer um desses casos, a narrativa será breve por tratar-se de um conto).

Alguns contos são sobre histórias que se passam nos dias de hoje, e outros podem passar-se em algum lugar do passado ou, até mesmo, em um futuro imaginado pelo autor (e descrito pelo narrador da história).

Espaço

Assim como o tempo, as narrativas precisam ocorrer em um espaço, descrito explicita ou implicitamente, onde as personagens situam-se. Novamente, por tratar-se de narrativa breve e curta, é mais comum que o conto ocorra em apenas um ou poucos espaços, mas ainda é possível que muitos cenários sejam percorridos durante a história (podendo ser apenas um pequeno cômodo de uma moradia, um país inteiro ou outra galáxia distante e imaginária). Em todo caso, a narrativa continuará sendo curta.

Enredo

É o que acontece na história, ou seja, a sequência de ações que faz com que a narrativa exista e tenha uma estrutura: um começo, um meio e um fim. Vamos falar mais sobre o enredo adiante.

Conflito

Por fim, os contos têm um conflito, que é uma situação gerada por uma das ações iniciais (ou em uma das ações iniciais) e que faz com que outras ações sejam tomadas pelas personagens para solucionar o problema. Essa sequência de ações forma o enredo e, geralmente, deixa o começo da narrativa diferente do final.


Estrutura do conto

Introdução (ou apresentação/equilíbrio inicial): é o início da narrativa. Nela, podemos descobrir o contexto da narrativa: quem são as personagens, qual é o espaço e o tempo nos quais a história vai ser narrada e quais são os primeiros acontecimentos dela.

Desenvolvimento (ou complicação/surgimento do conflito): apresenta as ações que modificam o estado inicial da narrativa. Vemos o conflito (situação-problema) que fará as personagens agirem para resolvê-lo.

Clímax: é o momento de maior tensão, quando o problema está no auge e as ações tomadas definirão o rumo da história.

Conclusão (ou desfecho/solução do conflito): como o nome já diz, é o final da história, que será provavelmente diferente de como ela começou. Pode mostrar que o problema foi solucionado ou não, dependendo muito mais do tipo de conto que estamos lendo. Vamos conhecer esses tipos a seguir.

Tipos de conto

Conto de fadas (ou conto maravilhoso)

São narrativas curtas que possuem um elemento “maravilhoso” em sua composição, ou seja, algo mágico ou sobrenatural. Não existem explicações para as intervenções sobrenaturais que ocorrem na narrativa; tanto personagens, quanto narrador e mesmo o leitor não se impressionam com o que ocorre.

As personagens, lugares e tempos não são determinados historicamente, o que fica claro pelo início genérico do “Era uma vez”. Apesar disso, sabemos que sua origem é medieval, período aproximado em que se passa a maioria de suas histórias. Nesse tipo de conto, o leitor espera um final feliz e uma moral da história, o que costuma acontecer.


Conto de terror

Nos contos de terror, as histórias incluem os elementos sobrenaturais sem aquele ar de naturalidade: trata-se dos contos de terror com personagens lendários, como vampiros, lobisomens, mortos-vivos etc.

Aqui, já se vê uma diferença na percepção dos personagens diante dos fatos sobrenaturais e até o leitor fica assustado com a história. Nem sempre a narrativa acaba com final feliz.


Conto fantástico

Narrativas curtas que levam o elemento “absurdo” a cenários e personagens do próprio cotidiano. São personagens comuns levando uma vida comum até que algo absurdo acontece, algo que não poderia acontecer na realidade.

É justamente a proximidade com a realidade do leitor que causa um maior estranhamento na história. O leitor busca uma explicação para o que ocorre (será um sonho?), mas não fica com medo como acontece nos contos de terror./


TRABALHO PARA OS 6 ANOS A/B/C

E 7 ANO C

Vocês farão um conto de suspense/terror.
Fiquem atentos à pontuação dos discursos direto e indireto;
Construam os parágrafos corretamente;
Criem personagens e espaços que condizem com o gênero textual suspense/terror;
Depois do texto pronto, criem o texto não verbal que represente o texto verbal.
LINK 6 ANOS

LINK 7 ANOC










quinta-feira, 22 de outubro de 2020

3° Ano EM- ARTE- O processo colaborativo de criação e concepção de um espetáculo teatral - 4° Bimestre

 Atividade 1: Apreciação

O processo colaborativo de criação e concepção de um espetáculo teatral tem demonstrado ser uma ferramenta criativa e poderosa, influenciando diversos grupos teatrais, com diferentes vertentes no teatro contemporâneo. Para saber mais, assista os vídeos abaixo:


Processos contemporâneos de criação em teatro. Está indicado, a seguir, o trecho do documentário “Rastros” de processo colaborativo

Documentário “Teatro e Circunstância: Caixa preta e outros espaços convencionais”.

Finalizado o momento de apreciação dos vídeos, responda as questões a seguir e registre no caderno suas respostas:

1. Já assistiram a peças feitas em processos colaborativos? Quais?

2. Perceberam diferenças entre as peças criadas colaborativamente e outras realizadas por um único autor? Descreva as diferenças percebidas.

3. Como é fazer teatro em espaços não convencionais?

4. Quais foram os lugares mais inusitados de encenação de peças teatrais que você pesquisou e/ou assistiu?

5. Quais são os profissionais que trabalham para a criação da peça?

Recuperação de matemática 0 para os alunos da 1ª série do ensino médio

 

Atividades de Recuperação de matematica 

- Funções

 

2º Bimestre  

Função afim (função de 1º grau) e Função Quadrática (2º grau)

 

Desenhe o gráfico das seguintes funções

a) f(x) = 2x+1, sendo x= 1,2,3 e 4

b) f(x) = 3x-1, sendo x do 3 ao -3

c) f(x) = x² + 5, sendo x do 3 ao -3

d) f(x) = 2x² sendo x, do -5 ao 7

e) f(x)= 5x – 10 sendo x= 5,6,7,8

g) f(x) = x² sendo x do 4 ao -4

 

3º Bimestre

Potenciação – Função Exponencial – Equação Exponencial e Função Logarítmica


 

1 - Determine o valor de cada uma das potências abaixo.

 

a) 251
b) 1500
c) (7/9)-2

 

2- Sabendo que o valor de 5é 78 125, qual o resultado de 58?

a) 156 250
b) 390 625
c) 234 375
d) 312 500


 


 3- ( 3. 3-2 ) : 34 é igual a:

 a) 0
 b) 1
 c) 3-3
 d) 3-8

 

 4 – Resolva as seguintes equações exponenciais:

 a)     2x = 128

 b)     5 x = 125

 c)    3 x² - 5 = 81

 d)    2 x-2 = 8


 

5 – Desenhe o gráfico das funções exponenciais abaixo e diga se são crescentes ou decrescentes sendo x do -3 ao 3

 


        a)    f(x) = 5x

        b)    f(x) = 3x

        c)    f(x) = 2 x + 1

        d)    2 x + 1

    

 

6 – Calcule os logaritmos a seguir:

 


        a)    Log 2 16 =

        b)    Log4 16 =

        c)    Log3 81=

        d)    Log4 128 =

        e)    Log2 32 =

        f)     Log3 x =4

        g)    Logx 243 = 5

        h)    Logx 10=2

        i)     Log3 x = 4

        j)     Log13 169 =

        k)    Log 3600 =

        l)     Log 36000 =

        m)  Log 100000

        n)    Log 0,0000001

    

 

7-   Desenhe os gráficos das funções

 

   a)    f(x) = log3  x

        b)    f(x) = log2  (x-1)  

       

         Por favor façam as atividades e enviem as fotos pelo whats ok! 

        Estarei no aguardo 

2°Ano EM - ARTE- Montagem de uma Mostra Cultural na Escola - 4° Bimestre

Fonte: Mostra Cultural EE. Maria da Penha Frugoli/ Evania Escudeiro, 2016.

Fonte: Mostra Cultural EE. Antônio Alves Bernardino/ Evania Escudeiro, 2017.

Atividade 1 – Sondagem

Nos bimestres anteriores, as atividades mostraram que a Arte se torna híbrida ao transitar em várias linguagens, seja na apresentação do grupo Nat Nus, no qual teatro, dança, música e artes visuais conversam entre si para criar uma mostra, um espetáculo e/ou animação, seja na fusão de diferentes mídias e formas de expressão artística, transcendendo as fronteiras entre arte e pesquisa, arte e ativismo social/político, arte e cultura pop. Vamos iniciar a atividade questionando sobre quais possibilidades poderiam ser exploradas para reunir, apresentar e ampliar o conhecimento sobre o que foi vivenciado ao longo do ano letivo. Esse processo poderá ocorrer por meio da realização de uma Mostra, ou por outras formas de divulgação indicadas, utilizando o roteiro a seguir. É importante você faça o registro em seu caderno de tudo o que foi estudado, além de definir quais serão suas responsabilidades dentro do processo de planejamento da Mostra. Este exercício de reflexão contribuirá para rever as ações e nortear as quatro opções de proposições para a montagem de uma Mostra Cultural na Escola.

1. O que será produzido?

2. Como será essa produção?

3. Quais espaços serão utilizados? Quando será realizada a Mostra?

4. Quais equipamentos e materiais cada grupo irá utilizar para essa produção?

5. Como será apresentada essa produção?

6. Essa produção será individual ou colaborativa?

7. Como será feita a divulgação dessa Mostra? Haverá a utilização das redes sociais, dispositivos móveis, cartazes etc.?

8. Como será feita a divulgação e a comunicação visual? Haverá um convite, folder, cartaz?

9. De que forma serão feitos os registros de todas as atividades? Haverá livro de assinaturas?

10. Qual será a responsabilidade de cada um?

Para saber mais:

10 ESTILOS DE ANIMAÇÃO: QUAL É O SEU FAVORITO? Disponível em https://www.renderforest.com/pt/blog/10-animation-styles.

Técnicas de animação para professores e alunos. Disponível em

https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2017/06/animaescola_cartilha2015_ web-compressed.pdf


1° ano EM - ARTE - 4° Bimestre

O objetivo desta atividade é possibilitar à você, estudante, agir como produtor cultural, pensando, planejando e executando projetos culturais de intervenção artística na escola.

Para iniciar e aguçar a percepção, imaginação e inventividade na construção deste projeto, o que você sabe sobre: Intervenções Urbanas, Instalações, Arte conceitual, Site specific , Painéis, Design, Comunicação visual e Fanzines? 

Assista agora, os vídeos abaixo sobre Intervenção artística, produção e mediação cultural.

Monumentos com coletes salva-vidas - Repórter Karina Godoy

Eduardo Srur: Manual de Intervenção Urbana

Intervenção Urbana

Jornal Futura - “A provocação do afeto”, Série Intervenções Artísticas Urbanas -
Episódio 4.

Analisem atentamente os vídeos e suas imagens, falas e as diversas linguagens e modalidades de Arte apresentados. Após a apreciação, registrem as respostas em seu caderno.

1. Quais modalidades artísticas foram apresentadas nos vídeos?

2. Quais são os elementos, os objetos, as matérias que compõem as obras de arte nestas imagens?

3. Ao imaginar o tema das obras apresentadas, quais poderiam ser os seus títulos?

4. Quais materiais foram utilizados por esses artistas nas obras analisadas?

5. Quais ferramentas e procedimentos foram necessários para a produção e criação artística das obras apresentadas?

6. Pela observação das obras, quais objetos podem se transformar em matéria para as

intervenções?

7. Quais materiais descartados pela sociedade poderiam ser usados em obras e construções para materializar ideias expressivas?

8. O que precisaria ser pesquisado para a elaboração de um projeto tendo como referência os artistas apresentados?

9. Que formas, conteúdos e matérias se interpenetram para a criação de uma produção estética?

10. Que ideias estas imagens suscitam em você, em relação ao seu projeto de intervenção?

11. Em qual modalidade das artes visuais você gostaria de desenvolver esse projeto?

arquitetura, pintura, fotografia etc.)

9° ANO ARTES VISUAIS ABERTURA 4° Bimestre

ARTES VISUAIS

Intervenção urbana - Stickers

Fotografia documental - Combate a incêndio florestal.

Fotografia de rua

Grafite Estêncil - Menina com balão/Banksy

Grafite 3D - Rio/Kobra

Escultura abstrata - Meteoro/Bruno Giorgi

Escultura Alegórica.

Intervenção urbana - Grafite - Mundano

“Land art”

 SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM I

ATIVIDADE 1 - SONDAGEM

Nesta atividade, após observar as imagens acima sobre fotografia, grafite, escultura, intervenção artística e arte pública contemporânea, e, após fazer reflexões sobre as mesmos, responda aos seguintes questionamentos:

1. Quais diferenças existem nos estilos de fotografar? Explique.

2. Quais critérios podem ser utilizados para fotografar uma cena ou situação?

3. Dê exemplos de artistas que você conhece ou estudou que utilizam o grafite.

4. Quais estilos de grafite você conhece, já viu e consegue diferenciar?

5. O que é uma escultura e com quais materiais elas podem ser feitas?

6. Dê exemplos de algumas esculturas que existem na sua cidade (escola, praça etc.).

7. O que é intervenção artística? Dê exemplos.

8. Existe alguma intervenção artística na sua cidade (escola, praça etc.)?

9. Como você define a Arte Pública Contemporânea?

10. Dê exemplos de outras modalidades de arte pública que existem na sua cidade (escola,

praça etc.).

8° ano Sondagem ARTES VISUAIS 4° Bimestre

 ARTES VISUAIS

Arte indígena

Arte indígena Latino-americana - 
Museu de Arte indígena Contemporânea

Arte Africana - da arte rupestre à época moderna

MIRA! - Artes Visuais Contemporâneas Indígenas

ATIVIDADE 1: SONDAGEM

Após assistir os vídeos acima apresentados, responda aos questionamentos sobre os elementos que constituem as diferentes modalidades produzidas por culturas indígenas (brasileiras e latino-americanas) e africanas de diferentes épocas/períodos.

1. Considerando a pintura das culturas indígena brasileira e latino-americana e da cultura africana, quais são as diferenças entre elas?

2. Considerando o desenho da cultura indígena brasileira e latino-americana, e da cultura africana, quais são as diferenças entre eles?

3. Considerando a modelagem das culturas indígena brasileira e latino-americana, e da cultura africana, quais são as diferenças entre elas?

4. Considerando a escultura das culturas indígena brasileira e latino-americana, e da cultura africana, quais são as diferenças entre elas?

5. Cite outras modalidades artísticas das artes visuais presentes nas culturas indígenas (brasileira e latino-americana).

6. Cite outras modalidades artísticas das artes visuais presentes na cultura africana.

7. Quais diferenças existem entre as modalidades artísticas das artes visuais da cultura indígena (brasileiras e latino-americana) e da cultura africana?

8. Quais elementos constituem a pintura, o desenho, a escultura e a modelagem produzidas pela cultura indígena (brasileira e latino-americana)?

9. Quais elementos constituem a pintura, o desenho, a escultura e a modelagem produzidas pela cultura africana?

10. Quais técnicas, tintas e traços são utilizados pelos povos indígenas quando desenvolvem essas modalidades artísticas?

11. Cite obras que você conhece, atuais ou de outro período histórico, da cultura indígena (brasileira e latino-americana) e da cultura africana.

12. Fale sobre sua experiência na criação de desenhos, pinturas, esculturas e modelagens simbolizando
a cultura indígena e africana.






6° ano ARTES VISUAIS ABERTURA 4° Bimestre



ARTES VISUAIS

As artes visuais compõem-se de diversas modalidades e sua história se confunde com a existência humana, pois não há povo, cultura ou época que não as tenha produzido ou estado em contato com elas. Muito do que sabemos hoje sobre a história da humanidade, da vida, do planeta, chegou até nós por meio de registros visuais deixados em pedras, ossos, madeiras, argila e metais.

Nossos objetos de estudo serão desenho, pintura, escultura, modelagem, gravura, fotografia, histórias em quadrinhos, colagem, animação e vídeo, existe a necessidade de exploração e reconhecimento dos signos visuais reais e da ficção, presentes em ambientes reais ou virtuais que ocupam nosso cotidiano, que interferem e ampliam nossa sensibilidade, enquanto percebemos e conhecemos a nós mesmos, ao outro e ao mundo.

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM I

ATIVIDADE 1 – SONDAGEM

Seu professor irá conversar com a turma sobre os assuntos que serão tratados neste volume.

Participe da conversa e responda às questões:

1. Quais dobraduras você sabe fazer? Que tipos de dobradura você já viu? Você sabe o nome

de algum tipo de dobradura tradicional japonesa?

2. Os cartazes colados em postes ou paredes, para você, são Arte ou não? Por quê?

3. O que você entende por arte do lambe-lambe?

4. Antes do computador e das gráficas modernas, como os livros, cartazes e folhetos eram

ilustrados? Ou seja, como eram feitas essas ilustrações?

5. O que você sabe sobre gravura? O que diferencia uma gravura de um outro tipo de desenho

ou ilustração?

6. O que é animação? Que tipos de animação (vídeos animados ou desenhos animados) você

conhece? Como elas são produzidas?

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

MOVIMENTO INOVA

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💚💙💗💜💛💚💙

MOVIMENTO INOVA





 

ATIVIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA DE 19/10 À 22/10  PROFESSORA MARIA CRISTINA       1ªS SÉRIES A, B, C e D

Nome: __________________________________________________________________n:______série:_____

O bicho     Manuel Bandeira

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.

Leia o poema de Manuel Bandeira e responda:

1)      Nas primeiras estrofes do poema há a descrição de um bicho. Que bicho é esse ?

2)      A revelação do bicho causa que efeito no eu-lírico( poeta ) ? Comprove com elementos do texto.

3)      O poema foi publicado em 1947. Ele ainda é atual ? Por quê ?

Construção  Chico Buarque de Holanda

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
[...]

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego 
[...]

Leia a letra da canção de Chico Buarque e responda:

1)      Observe o título da canção e responda qual é a crítica apresentada pelo compositor  ?

2)      A música traz a descrição do dia de um operário. Qual é o efeito que as comparações repetidas causam no leitor ?

3)      Na segunda estrofe da música temos o desfecho do operário. O que aconteceu com ele ?

Observe a definição de manchete:

Manchete: resume a notícia em poucas linhas (2 a 3) e tem o objetivo de atrair o leitor para ler o texto. Texto: os fatos narrados do acontecimento em questão e faz uso de verbos sempre no presente.

1)      Ulilize o poema de Manuel Bandeira e a canção de Chico Buarque e construa duas manchetes de jornal baseado nos textos lidos:

Manchete 1:

Manchete 2:

2)      Você conhece outros poemas ou canções que façam críticas sociais ?