segunda-feira, 18 de maio de 2020

Atividade 7 ano Maquinas Simples


Maquinas Simples





Toda máquina tem uma ou várias funções. Iremos iniciar o estudo de algumas maquinas que facilitam a atividade humana simplesmente por nos permitir realizar uma tarefa com menor esforço físico. Por exemplo, quando pregamos um prego na parede com um martelo, fazemos um esforço muito menor do que o necessário para pregá-lo usando apenas as mãos, o que certamente nem conseguiríamos.



Denominaremos de máquinas simples às que modificam e transmitem a ação de uma força para realizar algum movimento. Abridor de latas, martelo, tesoura, chave de fenda, alicate, quebra-nozes, carrinho de mão, pinça e cortador de unha são exemplos de máquinas simples.
Maquinas simples são aquelas que modificam e transmitem a ação de uma força para realizar algum movimento.

Máquinas simples, como a alavanca, a mola ou a roda. São usados principalmente para transmitir movimento entre as diversas partes de uma máquina.
Muitas das máquinas utilizadas no dia-a-dia incorporam algum elemento móvel. Quando isso ocorre, é necessário dispor de operadores que transformem a energia que é fornecida ao mecanismo em movimento (motores) e outros que transmitam esse movimento para outras partes da máquina.


Tipos de máquinas simples

Em função da atividade que realizam, as máquinas simples podem ser de vários tipos:

·         Sistemas onde se pode acumular energia, como as molas ou as borrachas. Uma mola nada mais é que um arame enrolado na forma helicoidal.
1.    Quando se exerce uma força sobre a mola, ela se deforma, de maneira que seu comprimento aumenta ou diminui.
2.    Quando a força deformadora deixa de atuar, o comprimento da mola volta a ser o comprimento inicial. Nesse momento, ela irá realizar alguma força (reação) sobre um objeto.
3.     As molas são empregadas em amortecedores de carro, em canetas esferográficas e em portas de vai-e-vem, entre muitos outros objetos.

·         Máquinas que transmitem o movimento, como os eixos, as rodas, as correias e as bielas, dentre outros.

A evolução da roda. Desde as rodas de madeira maciça até os atuais pneumáticos usados em automóveis, há 5 mil anos de trocas e melhorias.
A roda é um elemento cilíndrico, de pequena espessura, que gira ao redor de um eixo (real ou virtual) ou de forma solidária a ele. Embora seja um operador bastante simples, tem sofrido modificações ao longo do tempo:

·    As primeiras rodas eram maciças, mas logo se comprovou que as raiadas, mais rápidas, podiam suportar o mesmo peso. Um tipo especial é a roda denteada, muito empregada em vários modelos de máquina para transmitir movimento. Mais adiante, será abordada a união de duas ou mais rodas denteadas para formar o que se conhece como engrenagem.

·         Nos materiais utilizados. Os mais utilizados têm sido a pedra, a madeira, o metal e, mais recentemente, a borracha.

São muitas as aplicações da roda, porém seu emprego mais destacado e influente ao longo da História é, sem dúvida, o de elemento facilitador de transporte. Seu uso simplifica enormemente o deslocamento sobre uma superfície.

·   Máquinas que transmitem a força exercida sobre eles, como as alavancas, os parafusos e as manivelas, dentre outros.





 Atividades

1)Relacione as máquinas simples com os exemplos de atividades presentes em nosso dia a dia.
 A) Roda
 B) Alavancas
 C) Roldanas

 (   ) Um pedreiro puxando um saco de cimento para o segundo andar da obra.
(  ) Um estudante utilizando uma tesoura para realizar as tarefas na aula de artes.
 (  ) Um senhor a caminho do seu serviço em seu carro.


2) Em uma bicicleta, a coroa, que é movida pelos pedais, é ligada por uma corrente à catraca, que é acoplada à roda traseira. A catraca é menor do que a coroa. Então, a cada pedalada do ciclista, a catraca dá um número de voltas maior. Esse mesmo número de voltas é dado pela roda traseira, pois ela está acoplada à catraca. O sistema utilizado na bicicleta é um tipo de máquina simples. Que tipo é esse?

a) Alavanca        b) Rodas       c) Roldanas     d) Engrenagens       e) Térmica

3) Faça um desenho de uma maquina simples.

8°ano ARTE - Elementos constitutivos da música, instrumentos de matriz indígena e africana em práticas de composição/criação, execução e apreciação musical.


Elementos constitutivos da música:

Altura parâmetro que organiza os sons em toda a vasta gama que vai do grave ao agudo.

Duração - parâmetro que nos auxilia a identificar o som no tempo. Resumidamente, podemos dizer que um som pode ser longo ou curto.

Intensidadeparâmetro que corresponde à relação entre sons fracos e fortes.

Timbre parâmetro que descreve as características que determinado instrumento ou voz possui e, desta forma, nos permite identifica-lo.

Melodia ao conectarmos sons de diversas alturas, no decorrer do tempo, obtemos uma melodia.

Ritmo - combinação entre diversas durações, num determinado tempo; É a batida regular ou pulsação da música (ouvida ou simplesmente sentida); é a organização do tempo, que pode ser acompanhada com o bater dos pés e ou mãos.

Composição/criação diferentes arranjos possíveis, entre os elementos da música.

Execução musicalato de interpretar uma composição, que pode seguir rigorosamente as regras de execução, um arranjo ou de forma improvisada.

Apreciação musicalestá relacionada à escuta atenta, ajudando os estudantes a atribuir sentido às produções artísticas apresentadas durante as aulas, além de possibilitar que conheçam arte ao mesmo tempo em que realizam suas produções.

Instrumentos de matriz indígenaOs instrumentos musicais indígenas, assim como, a produção musical, é utilitária, apresentando composições que passam de geração em geração, e é baseada no canto e em instrumentos de diferentes tipos: Idiofones: instrumentos que vibram por percussão ou atrito (chocalho); Aerofones: soam pela ação do ar soprado pela boca ou nariz (flautas e apitos); Membranofones: instrumentos que soam pela vibração de uma membrana (tambores); Zumbidores: o som é obtido ao se girar rapidamente, no ar, uma corda a uma pequena peça de madeira oval na ponta.

Instrumentos de matriz africana Os instrumentos musicais africanos baseiam-se numa grande variedade de instrumentos de percussão membranofones (tambores), idiofones (recoreco), xilofones, aerofones, e outros instrumentos “mistos” como a kalimba e o pandeiro, por exemplo.

Instrumentos não convencionais - 6° ano ARTE

10 instrumentos musicais divertidos para fazer em casa

Que tal improvisar instrumentos e quem sabe até organizar um show em casa?

Chocalho na tornozeleira

Você pode aproveitar alguma pulseira, polaina ou até mesmo fazer a tornozeleira e acrescentar sininhos. Dançar nunca foi tão divertido!

Tambor com bexiga

Instrumento 2 em 1 muito fácil de preparar. Você vai precisar de uma lata (de café, leite, achocolatado etc), bexiga e elástico. Antes de tampar o recipiente com a bexiga, para fazer o tambor, você pode enchê-lo com objetos como gravetos, areia ou qualquer outra coisa que vai transformá-lo também em um chocalho. Ou seja, na hora de tocar é possível escolher entre bater ou balançar o instrumento, dependendo do som que se pretende obter.

Xilofone com água colorida

 Você precisa de copos de vidro, água, corantes (para deixar cada copo com água de uma cor diferente, fazendo uma espécie de arco-íris) e uma colher de pau. Cada copo deve conter uma quantidade diferente de água, ao alinhá-los, você acrescenta um pouco mais de líquido no copo seguinte do que colocou no anterior.

Sino com vaso de planta

Você precisa de um vaso, uma corda (para passar entre os furos do vaso e amarrar internamente) e um malho, que pode ser feito de graveto ou plástico.


Beliscofone

Com um cano de pvc, bexiga e fita adesiva (para fixar a bexiga em uma das extremidades do cano), você vai um instrumento bem fácil e divertido.

Pandeiro

Com dois pratinhos de papelão um em cima do outro, você faz alguns furos na borda e amarra guizos neles. Depois é só pintar e deixar o instrumento bem colorido e personalizado.

Violão de caixa

Você pode criar um intrumento com uma caixa de papelão vazia e alguns elásticos. Algo bem simples, mas bastante divertido.

Castanholas

Em uma tira de papelão dobrada ao meio, você cola tampinhas de garrafa de cada lado das extremidades e colore o exterior, podendo acrescentar até mesmo olhinhos como na imagem!

Instrumento de sopro com canudos

Você só precisa de canudos coloridos e fita adesiva, cole-os juntos lado a lado e depois faça um corte transversal com a tesoura, de forma a deixá-los de tamanhos diferentes do menor para o maior. Prontinho, já pode soprar e fazer música.

Maraca

Fazer uma maraca, além de divertido é fácil e rápido. Você precisa de colheres de plástico, fita adesiva e um "ovinho" ou outro recipiente de plástico, no qual pode colocar algo que faça barulho, como areia ou arroz, dependendo da sua disponibilidade.


Gêneros Textuais - 1ª Séries do EM


ESTILOS OU TIPOS  DE GÊNEROS TEXTUAIS
Professora Maria Cristina 1ªs séries A, B, C e D

Olá, galera, tudo bem ? Espero que todos estejam protegidos em casa. A apostila do 2º Bimestre de Língua Portuguesa da 1ª série do Ensino Médio fala em estilo do gênero textual, que nada mais é do que os diferentes tipos de  gêneros textuais que circulam na sociedade. Vou apresentar à vocês quais são eles:
O que são gêneros textuais?
Consiste na classificação dos textos de acordo com as características comuns que eles apresentam com relação ao contexto e linguagem aplicada. Para escolher o gênero textual adequado é necessário considerar a finalidade, função e contexto. Para isso, o primeiro passo é conhecer os tipos de gêneros textuais.
Os 6 tipos de gêneros textuais
1      – Narrativo
Exemplo: Romances, Contos; Lendas; Fábulas, Novelas; Crônicas etc. São caracterizados por apresentarem ações de personagens no tempo e no espaço. A estrutura de um texto narrativo é composta por: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.
2      – Descritivo
Exemplos: Diários; Relatos de viagem; Folhetos turísticos; Currículo; Biografia ou autobiografia; Cardápios de restaurantes; Classificados etc. Esse tipo de texto tem o objetivo de relatar e expor determinado acontecimentolugarpessoa ou objeto. Por esse motivo, um texto descritivo é rico em adjetivos que transmitem ou descrevem imagens por meio da percepção das sensações do emissor.
3      – Dissertativo argumentativo
Exemplos: Artigos de opinião; Abaixo-assinados; Manifestos; Sermões etc. Esse tipo de gênero textual é empregado com a finalidade de expor um assunto ou tema utilizando argumentações. O texto dissertativo argumentativo é caracterizado pela defesa de um determinado ponto de vista. A estrutura é composta por três partes: apresentação, desenvolvimento e conclusão. Este é o tipo de texto mais solicitado nas provas de Enem e concursos, sendo um dos mais cobrados principalmente durante o Ensino Médio.
4      – Dissertativo expositivo
Exemplos: Jornais; Enciclopédias; Resumos escolares; Verbetes de dicionário etc. Um texto dissertativo expositivo tem a função de expor determinada ideia utilizando recursos de comparaçãoconceituaçãodefiniçãoinformação e descrição.
5      – Explicativo injuntivo
Exemplos: Receitas culinárias; Manuais de instruções; Bula de remédio etc. Também conhecido como texto instrucional, trata-se de um dos gêneros textuais caracterizados por indicar uma ordem de maneira que o emissor busca persuadir e orientar o receptor (interlocutor). Por esse motivo, esses textos geralmente possuem um ou mais verbos no imperativo.
6      – Explicativo prescritivo
Exemplos: Edital de concursos públicos; Leis; Cláusulas contratuais; Regras de trânsito; Constituição; Códigos. Esse tipo de texto busca instruir o leitor com relação a um procedimento, exigindo que o leitor proceda de determinada maneira. Um texto explicativo prescritivo não permite a liberdade de atuação do leitor. A linguagem utilizada é simples e objetiva.
Bons estudos!

Música 6°ano ARTE





Paisagem sonora

Um ambiente, seja ele qual for, oferece um grande conjunto de sons, tanto naturais, quanto artificiais, e é este agrupamento sonoro que o caracteriza. Porém, nossa percepção é seletiva e “deixamos” de perceber a maioria dos sons simultâneos, direcionando nossa atenção ao que nos interessa. Nem por isso, os sons que não percebemos deixam de existir. As informações, abaixo, partem do ponto de vista das possibilidades de sua utilização na música. 

Voz e Sons corporais: 
A voz não se limita a utilização de palavras, mas todas as vocalizações e ruídos possíveis; os sons corporais são aqueles produzidos intencionalmente, utilizando o corpo em relação a ele mesmo e com o que lhe cerca.

 Instrumentos não convencionais: 
Essa classificação de instrumentos, apresenta infinitas possibilidades de configuração, desde a adaptação de fusão de partes de instrumentos convencionais com qualquer tipo de objeto, ou instrumentos construídos com materiais recicláveis e/ou alternativos.


 Timbre:
 É a característica do som de um instrumento musical ou qualquer fonte sonora. Podemos dizer que é a coloração dos sons. Trata-se da qualidade do som que possibilita distinguir aqueles de mesma altura e duração produzidos por dois instrumentos sonoros diferentes. Assim também acontece com a voz humana, pois o timbre da voz de uma pessoa, por mais parecido que seja ao de outras, tem características próprias e é único.


domingo, 17 de maio de 2020

Atividade 1º EM - Auxílio nas respostas


 Caderno Aprender Sempre
1ª Série do Ensino Médio A, B, C, D
Profª Maria Cristina

GÊNEROS LITERÁRIOS

GÊNEROS LITERÁRIOS

Gênero lírico: Tal designação provém do termo lira, um instrumento musical que os gregos utilizavam para acompanhar seus poemas, razão pela qual o ritmo representa o traço fundamental da poesia lírica. Ela, por sua vez, é manifestada pelos sentimentos, emoções e subjetividade do artista, como forma de revelar suas próprias manifestações interiores.

Gênero dramático: Entendemos que dramático se refere a “drama”, cujo significado é ação. Este gênero consiste basicamente na representação, ou seja, dispensa a participação do narrador, uma vez que o enredo é representado pelos próprios atores. Vale mencionar que além do texto (discurso), o gênero em foco conta com a participação de elementos extraverbais, tais como figurino, sonoplastia, iluminação, cenários, entre outros.

Gênero narrativoTal modalidade conta essencialmente com a participação de um narrador, acontece em um determinado espaço e durante um certo tempo, em que tudo ocorre por intermédio dos personagens que, de acordo com o desenrolar de suas ações, vão constituindo a trama propriamente dita.

O gênero épico era então entendido como extensas narrativas que contavam feitos grandiosos de um herói ou de um povo, imortalizando os acontecimentos narrados, visto serem de interesse mundial, como a fundação de cidades, a descobertas de novas terras, a conquista territorial.

 

ELEMENTOS DO TEXTO NARRATIVO

 

O que é um texto narrativo?

O texto narrativo é aquele que conta a trajetória de um ou mais personagens em um certo período de tempo e em algum lugar determinado. Ele é quase sempre escrito em prosa e é recheado de ações e consequências.

 

Qual é a estrutura do texto narrativo?

1 – ApresentaçãoÉ a introdução e a primeira parte do texto, na qual o autor apresenta e estabelece seus personagens, seu ambiente e os outros elementos que farão parte da história.

2 – Desenvolvimento: Esta é a parte na qual o autor desenvolve as ações dos personagens, os caminhos escolhidos e as decisões tomadas, as quais eventualmente vão gerar consequências.

3 – Clímax: A trama ainda está se desenvolvendo, entretanto, é o momento em que algo muito grandioso ocorre por culpa das ações que ocorreram durante a parte anterior da história. É aqui que acontecem as famosas “viradas de roteiro”.

4 – Desfecho: É a conclusão da trama, onde o autor determina o final de seus personagens e o término da narrativa. Nesta parte, todos os conflitos já devem ter sido solucionados (a não ser que exista uma continuação da história).

 

 Elementos do texto narrativo

1 – Personagem: É a peça essencial dentro da história. Sem ele, não existe narrativa. Existem personagens protagonistas (normalmente, os heróis que movem a trama), os antagonistas (os vilões ou aqueles que estão contra os protagonistas) e os secundários, que servem como apoio aos protagonistas.

2 – Tempo: É o período em que os fatos ocorrem. Pode ser o tempo cronológico, ou seja, marcado por datas específicas, como anos, meses ou horas; ou o tempo psicológico, que está relacionado às memórias e sentimentos dos personagens.

3 – Narrador: É aquele que conta a história e permite que o leitor compreenda tudo o que está acontecendo. O narrador pode aparecer de três modos:

Ø  narrador oniscienteque sabe tudo sobre todos os personagens e o universo da trama, podendo detalhar aspectos íntimos

Ø   narrador-personagemque é um personagem inserido na trama e narra os acontecimentos em primeira pessoa

Ø  narrador-observadorque não sabe tudo, não é um personagem e apenas descreve os fatos ocorridos em 3ª pessoa, como alguém que estivesse vendo o que se passa

4 – Espaço: Nada mais é do que o local onde tudo acontece. Ele pode ser um espaço físico, no qual a trama realmente está ocorrendo ou pode ser psicológico, que está conectado às experiências e traumas do personagem.

5 – Enredo: É o acontecimento! É a história vivida pelos personagens num determinado tempo e espaço com a estrutura já descrita: Apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

 

 

Gênero épico 

  

sábado, 16 de maio de 2020

Atenção, galera!


Atenção , galera!
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