segunda-feira, 18 de maio de 2020

Gêneros Textuais - 1ª Séries do EM


ESTILOS OU TIPOS  DE GÊNEROS TEXTUAIS
Professora Maria Cristina 1ªs séries A, B, C e D

Olá, galera, tudo bem ? Espero que todos estejam protegidos em casa. A apostila do 2º Bimestre de Língua Portuguesa da 1ª série do Ensino Médio fala em estilo do gênero textual, que nada mais é do que os diferentes tipos de  gêneros textuais que circulam na sociedade. Vou apresentar à vocês quais são eles:
O que são gêneros textuais?
Consiste na classificação dos textos de acordo com as características comuns que eles apresentam com relação ao contexto e linguagem aplicada. Para escolher o gênero textual adequado é necessário considerar a finalidade, função e contexto. Para isso, o primeiro passo é conhecer os tipos de gêneros textuais.
Os 6 tipos de gêneros textuais
1      – Narrativo
Exemplo: Romances, Contos; Lendas; Fábulas, Novelas; Crônicas etc. São caracterizados por apresentarem ações de personagens no tempo e no espaço. A estrutura de um texto narrativo é composta por: apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.
2      – Descritivo
Exemplos: Diários; Relatos de viagem; Folhetos turísticos; Currículo; Biografia ou autobiografia; Cardápios de restaurantes; Classificados etc. Esse tipo de texto tem o objetivo de relatar e expor determinado acontecimento, lugar, pessoa ou objeto. Por esse motivo, um texto descritivo é rico em adjetivos que transmitem ou descrevem imagens por meio da percepção das sensações do emissor.
3      – Dissertativo argumentativo
Exemplos: Artigos de opinião; Abaixo-assinados; Manifestos; Sermões etc. Esse tipo de gênero textual é empregado com a finalidade de expor um assunto ou tema utilizando argumentações. O texto dissertativo argumentativo é caracterizado pela defesa de um determinado ponto de vista. A estrutura é composta por três partes: apresentação, desenvolvimento e conclusão. Este é o tipo de texto mais solicitado nas provas de Enem e concursos, sendo um dos mais cobrados principalmente durante o Ensino Médio.
4      – Dissertativo expositivo
Exemplos: Jornais; Enciclopédias; Resumos escolares; Verbetes de dicionário etc. Um texto dissertativo expositivo tem a função de expor determinada ideia utilizando recursos de comparação, conceituação, definição, informação e descrição.
5      – Explicativo injuntivo
Exemplos: Receitas culinárias; Manuais de instruções; Bula de remédio etc. Também conhecido como texto instrucional, trata-se de um dos gêneros textuais caracterizados por indicar uma ordem de maneira que o emissor busca persuadir e orientar o receptor (interlocutor). Por esse motivo, esses textos geralmente possuem um ou mais verbos no imperativo.
6      – Explicativo prescritivo
Exemplos: Edital de concursos públicos; Leis; Cláusulas contratuais; Regras de trânsito; Constituição; Códigos. Esse tipo de texto busca instruir o leitor com relação a um procedimento, exigindo que o leitor proceda de determinada maneira. Um texto explicativo prescritivo não permite a liberdade de atuação do leitor. A linguagem utilizada é simples e objetiva.
Bons estudos!

Música 6°ano ARTE





Paisagem sonora

Um ambiente, seja ele qual for, oferece um grande conjunto de sons, tanto naturais, quanto artificiais, e é este agrupamento sonoro que o caracteriza. Porém, nossa percepção é seletiva e “deixamos” de perceber a maioria dos sons simultâneos, direcionando nossa atenção ao que nos interessa. Nem por isso, os sons que não percebemos deixam de existir. As informações, abaixo, partem do ponto de vista das possibilidades de sua utilização na música. 

Voz e Sons corporais: 
A voz não se limita a utilização de palavras, mas todas as vocalizações e ruídos possíveis; os sons corporais são aqueles produzidos intencionalmente, utilizando o corpo em relação a ele mesmo e com o que lhe cerca.

 Instrumentos não convencionais: 
Essa classificação de instrumentos, apresenta infinitas possibilidades de configuração, desde a adaptação de fusão de partes de instrumentos convencionais com qualquer tipo de objeto, ou instrumentos construídos com materiais recicláveis e/ou alternativos.


 Timbre:
 É a característica do som de um instrumento musical ou qualquer fonte sonora. Podemos dizer que é a coloração dos sons. Trata-se da qualidade do som que possibilita distinguir aqueles de mesma altura e duração produzidos por dois instrumentos sonoros diferentes. Assim também acontece com a voz humana, pois o timbre da voz de uma pessoa, por mais parecido que seja ao de outras, tem características próprias e é único.


domingo, 17 de maio de 2020

Atividade 1º EM - Auxílio nas respostas


 Caderno Aprender Sempre
1ª Série do Ensino Médio A, B, C, D
Profª Maria Cristina

GÊNEROS LITERÁRIOS

GÊNEROS LITERÁRIOS

Gênero lírico: Tal designação provém do termo lira, um instrumento musical que os gregos utilizavam para acompanhar seus poemas, razão pela qual o ritmo representa o traço fundamental da poesia lírica. Ela, por sua vez, é manifestada pelos sentimentos, emoções e subjetividade do artista, como forma de revelar suas próprias manifestações interiores.

Gênero dramático: Entendemos que dramático se refere a “drama”, cujo significado é ação. Este gênero consiste basicamente na representação, ou seja, dispensa a participação do narrador, uma vez que o enredo é representado pelos próprios atores. Vale mencionar que além do texto (discurso), o gênero em foco conta com a participação de elementos extraverbais, tais como figurino, sonoplastia, iluminação, cenários, entre outros.

Gênero narrativo: Tal modalidade conta essencialmente com a participação de um narrador, acontece em um determinado espaço e durante um certo tempo, em que tudo ocorre por intermédio dos personagens que, de acordo com o desenrolar de suas ações, vão constituindo a trama propriamente dita.

O gênero épico era então entendido como extensas narrativas que contavam feitos grandiosos de um herói ou de um povo, imortalizando os acontecimentos narrados, visto serem de interesse mundial, como a fundação de cidades, a descobertas de novas terras, a conquista territorial.

 

ELEMENTOS DO TEXTO NARRATIVO

 

O que é um texto narrativo?

O texto narrativo é aquele que conta a trajetória de um ou mais personagens em um certo período de tempo e em algum lugar determinado. Ele é quase sempre escrito em prosa e é recheado de ações e consequências.

 

Qual é a estrutura do texto narrativo?

1 – Apresentação: É a introdução e a primeira parte do texto, na qual o autor apresenta e estabelece seus personagens, seu ambiente e os outros elementos que farão parte da história.

2 – Desenvolvimento: Esta é a parte na qual o autor desenvolve as ações dos personagens, os caminhos escolhidos e as decisões tomadas, as quais eventualmente vão gerar consequências.

3 – Clímax: A trama ainda está se desenvolvendo, entretanto, é o momento em que algo muito grandioso ocorre por culpa das ações que ocorreram durante a parte anterior da história. É aqui que acontecem as famosas “viradas de roteiro”.

4 – Desfecho: É a conclusão da trama, onde o autor determina o final de seus personagens e o término da narrativa. Nesta parte, todos os conflitos já devem ter sido solucionados (a não ser que exista uma continuação da história).

 

 Elementos do texto narrativo

1 – Personagem: É a peça essencial dentro da história. Sem ele, não existe narrativa. Existem personagens protagonistas (normalmente, os heróis que movem a trama), os antagonistas (os vilões ou aqueles que estão contra os protagonistas) e os secundários, que servem como apoio aos protagonistas.

2 – Tempo: É o período em que os fatos ocorrem. Pode ser o tempo cronológico, ou seja, marcado por datas específicas, como anos, meses ou horas; ou o tempo psicológico, que está relacionado às memórias e sentimentos dos personagens.

3 – Narrador: É aquele que conta a história e permite que o leitor compreenda tudo o que está acontecendo. O narrador pode aparecer de três modos:

Ø  o narrador onisciente, que sabe tudo sobre todos os personagens e o universo da trama, podendo detalhar aspectos íntimos

Ø   o narrador-personagem, que é um personagem inserido na trama e narra os acontecimentos em primeira pessoa

Ø  o narrador-observador, que não sabe tudo, não é um personagem e apenas descreve os fatos ocorridos em 3ª pessoa, como alguém que estivesse vendo o que se passa

4 – Espaço: Nada mais é do que o local onde tudo acontece. Ele pode ser um espaço físico, no qual a trama realmente está ocorrendo ou pode ser psicológico, que está conectado às experiências e traumas do personagem.

5 – Enredo: É o acontecimento! É a história vivida pelos personagens num determinado tempo e espaço com a estrutura já descrita: Apresentação, desenvolvimento, clímax e desfecho.

 

 

Gênero épico 

  

sábado, 16 de maio de 2020

Atenção, galera!


Atenção , galera!
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o roteiro para seus estudos

Faça a AAP de Português e Matemática 
Vá à sua escola! 
Pegue o seu material de estudo impresso









sexta-feira, 15 de maio de 2020

RETAS PARALELAS


Retas paralelas: afinal, o que são?

Olá, caro jovem estudante, caro leitor! É um prazer tê-lo aqui conosco nessa busca pelo aprendizado, nessa busca pela sua aprovação. Hoje falaremos um pouco sobre retas paralelas.

Você provavelmente já ouviu falar em retas paralelas. Já? E como foi que você aprendeu? Deixa eu tentar adivinhar. Veja se foi algo do tipo:
Duas retas serão ditas paralelas quando não se tocam.

E aí? Acertei? Bom, se eu acertei, devo causar bastante impacto agora, porque essa definição não é bem verdadeira não. Vamos dar uma olhada nessa definição.

A contradição
Imagine um cubo. Consegue imaginar? Vou te ajudar com a imagem abaixo.

Muito bem. Agora observe as arestas que destacarei em vermelho.
E aí. Essas retas são paralelas? Bom, elas com certeza não se tocam, correto? Uma está numa posição mais à frente do que a outra, então não tem como se tocarem. Então tudo ficou estranho agora, porque elas não se tocam mas ao mesmo tempo não são paralelas. O que quero dizer com isso? Quero dizer que aquela definição que dei lá no início do post quanto a retas paralelas acabou de ir por água abaixo. Digo isso porque, como disse, essas retas vermelhas com certeza não são paralelas porém não se tocam. E aí? Qual é o erro com a nossa definição?

O erro é que esta definição apenas funciona para a Geometria Plana! Aquela definição só é verdadeira para a geometria que acontece no plano, ou seja, em duas dimensões. A partir do momento em que inserimos uma terceira dimensão, as coisas mudam. 

Bom, a definição correta para retas paralelas é a seguinte:

Duas retas serão ditas paralelas quando não se tocarem (intersectarem) e forem coplanares.

Ser coplanar significa justamente pertencer a um mesmo plano! Então, para que duas retas sejam de fato paralelas, além de não haver interseções, devem estar contidas num mesmo plano. 

Por que então as retas destacadas em vermelho acima não são consideradas paralelas? Porque apesar de não se tocarem, elas não pertencem a um mesmo plano. Sabia que elas têm um nome? Essas retas vermelhas são conhecidas como retas reversas. Fique ligado nisso! Abraços a todos e até a próxima! Bons estudos!

Fakenews, isto MATA! Foco 6/7 e 9 anos


Triste desfecho para uma família
Isto não é brincadeira!
Reflexão para todas as séries

Currículo BNCC








4 dicas para criar projetos artísticos - 3° ano EM

4 dicas para criar projetos artísticos, segundo diretor de arte de 'GoT'

Recomendações para fazer bons trabalhos artísticos antes do inverno chegar e congelar todo mundo...


A icônica abertura de 'Game of Thrones' não surgiu num passe de mágica do Senhor da Luz. Antes de ganhar o Emmy, em 2011, o teaser inicial da série levou nove meses para ficar pronto. O projeto foi pensado, principalmente, pelo designer e diretor de arte Robert Feng, de 39 anos. 
Em 2017, o norte-americano esteve no Brasil para participar do festival Anima Mundi. Durante sua palestra, em São Paulo, na qual contou como foi o processo de criação da abertura, Feng também deu dicas valiosas para quem trabalha com design e arte. Confira: 

1. Comece pelo óbvio e explore as tangentes
Às vezes, os artistas querem tanto fazer algo diferente que acabam não produzindo nada de novo. Por isso, a primeira dica de Feng é começar os trabalhos pelas ideias mais evidentes possíveis. Com tempo, ele sugere que a pessoa vá buscando referências paralelas ao tema para criar algo surpreendente. 
2. Não tenha medo de jogar fora o que não dá certo 
Antes de uma ideia ser finalizada, ela precisa passar por diversas peneiras. Algumas acabam não funcionando, mas, inconscientemente, os artistas insistem nelas. Para o designer, a solução é deixar o que não está funcionando de lado sem dó. Dessa maneira, será possível pensar em novas propostas que poderão se concretizar como projeto final.
3. Abrace o processo e refaça quantas vezes precisar
Feng ressalta que artistas devem se envolver profundamente com seus projetos, com o intuito de ter o máximo de informações possíveis sobre o assunto. Além disso, ele recomenda começar os trabalhos quantas vezes for preciso até que o mesmo seja bem refinado.

4. Se estiver trabalhando em equipe, seja aberto
Para o designer, mesmo os chefes e os mais experientes devem ter a mente livre para novas opiniões e ideias. Segundo Feng, no próprio desenvolvimento da abertura de GoT foi imprescindível que ele ouvisse os colegas. Afinal, uma andorinha só não faz verão — ou melhor: um white walker só não faz o inverno chegar. 

Ballet X Hip hop - 8° e 9° ano



Elementos Estruturantes da Dança



FLUXO: Qualidade de Movimento que refere-se a tensão muscular com a qual se deixa fluir um movimento - fluência contínua e interrompida e seus graus de tensão.

GIROS: O giro vai depender do estilo de dança se é balé, street dance, contemporâneo, de qualquer forma é rotacionar o corpo no seu próprio eixo. Os giros trazem a experiência de equilíbrio estável e desequilíbrio.

SALTOS: 
Utilizando eixos verticais e horizontais; os saltos ou pulos são movimentos que deixam o corpo temporariamente sem suporte; ocorrem quando o corpo fica suspenso no ar, perdendo o contato com o chão ou outra base de sustentação em que o corpo se apoie. O salto pode ser visto com relação ao peso (leve ou forte) e com relação ao tempo (rápido ou lento). Os saltos podem ser executados de dois pés para dois pés, de dois pés para um pé, de um pé para dois pés, de um pé para o mesmo pé, ou de um pé para outro pé.

EIXO: 
Fortalecimento das cadeias musculares principalmente do centro como eixo da movimentação, possibilitando o estudo da sustentação e equilíbrio.

PESO:  
Qualidade de Movimento que refere-se as mudanças de força utilizadas pelo corpo ao movimentar-se. Passivo, ativo, leve, pesado, transferência, contrapeso e suas graduações. Estabilidade e instabilidade.

ESPAÇO:

Pode ser a relação entre o corpo e o espaço (ambiente no qual esta), o corpo em relação ao seu próprio corpo ou em relação a um outro corpo e o corpo e um outro objeto.

TEMPO:

Velocidade em que são executados determinados movimentos pode ser rápido, moderado e lento. É uma qualidade bastante subjetiva, pois deve-se sempre ter um parâmetro de comparação para definir o que é rápido e o que é lento.
Vamos assistir um filme para observar cada um destes elementos da dança citados acima? 




quinta-feira, 14 de maio de 2020

Cidade, cultura e práticas culturais - 1° ano EM

O OSSÁRIO URBANO DE ORION

Você conhece o artista Alexandre Órion e sua obra Ossário? E a técnica de grafite reverso?

Assista os vídeos abaixo, onde o próprio artista nos mostra e nos conta sobre seu processo de criação de uma intervenção urbana num túnel coberto de poluição na cidade de São Paulo.








O encontro entre arte e público - 2° ano EM


O encontro entre arte e público


O encontro entre Arte e Público é uma das características principais da arte contemporânea. Seja em qualquer linguagem, seu propósito é promover uma aproximação que produza significados para o público, que agora interage, participa da proposta do artista.

O encontro entre Arte e Público é uma das características principais da arte contemporânea. Seja em qualquer linguagem, seu propósito é promover uma aproximação que produza significados para o público, que agora interage, participa da proposta do artista. A Mediação Cultural promovida nos espaços expositivos, nos festivais de teatro, de dança e de música, estimulam o diálogo entre a obra e o público de diversas maneiras.



Filme Mãos Talentosas


Nunca diga: 
Não posso!  ou  Não consigo!


Clique No Link E Reflita

Trabalhos de Inglês da Professora Lucilene.

TRABALHO DE LÍNGUA INGLESA -  9 ANOS A / C    PROF LUCILENE




TRABALHO DE LÍNGUA INGLESA -  1 ANOS A,B,C,D  PROF LUCILENE




TRABALHO DE LÍNGUA INGLESA -  7 ANOS A,B,C  - PROF LUCILENE 




DANÇA TRADICIONAL E FOLCLÓRICA - 6°ano EF


               DANÇA TRADICIONAL E FOLCLÓRICA 


Quem não gosta de dançar, não é mesmo? Assim, no Brasil não é diferente, ainda mais porque o país é conhecido pela alegria e gingado do povo. Com isso, o samba e o frevo ficaram muito conhecidos pelo mundo como marca típica da cultura e dança brasileira.

Porém, pelo fato do Brasil ser bem extenso, cheio de misturas étnicas e culturais, existem muitas outros tipos de danças bem populares por aqui. Além disso, outro fator que propiciou essa grande diversidade foi a chegada de outros povos estrangeiros, como africanos e europeus.

Consequentemente, muitas características culturais têm influência desses povos. Por isso, fiz uma lista para você conferir e conhecer outras danças muito populares em determinadas regiões do Brasil e que fazem parte da cultura local.

                              Obs.: Caso não esteja visualizando os vídeos abaixo, clique no nome das danças citados abaixo.



SAMBA


Carimbó


Frevo


Chimarrita


Xaxado